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Lançamento
Requinte e sofisticação A nova geração do sedã francês chega ao mercado nacional em novembro com motor 2.0 e design e preço bastante atraentes
TEXTO: Douglas Mendonça, de Lisboa (Portugal)
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| Além do sedã, aceleramos também a C5 Tourer, perua derivada dele. AInda não está definido quando ela chega, mas não deve demorar muito |
Na apresentação do novo C5 para a imprensa que a Citroën fez em Lisboa, Portugal, ficou clara a postura da marca com relação aos mitos alemães que disputam esse segmento: o novo sedã francês não tem a mínima intenção de concorrer, em termos de mecânica, com nenhum Audi, BMW, Mercedes ou VW. Mas deixou bem claro que, quando o assunto é design, conforto, sofisticação e preço atraente, o C5 vai sim ser competitivo. No mercado brasileiro, o novo C5 chega em novembro, e a principal novidade é justamente o preço: se fosse vendida hoje, ele custaria cerca de R$ 95 mil, um preço surpreendente em um segmento com valores sempre superiores a R$ 100 mil (com exceção do Hyundai Azera, que ainda tem motor V6. Veja a matéria nesta edição). Aliás, esse é o preço das unidades ainda em estoque da versão atual do C5. Ou seja, o carro novo será vendido por um preço inferior ao atual. Uma ótima notícia.
Para chegar a esse preço, além da valorização do real, a Citroën do Brasil utilizou alguns artifícios: os modelos terão uma única configuração mecânica e de opcionais, serão oferecidos apenas nas cores prata ou preto e as rodas de 19 polegadas do modelo fotografado serão substituídas por modelos de 16 polegadas. Com configuração única e oferta de apenas duas cores, foi possível negociar com a matriz. Tudo para baixar o preço. E o objetivo da filial brasileira foi atingido: se considerarmos o que o carro oferece, chegamos a uma ótima relação custo/benefício.

Com relação ao modelo atual, o novo C5 cresceu no todo. Inclusive no entreeixos, que, no final das contas, define o espaço interno. Dos já folgados 2,75 metros, a nova versão passou a ter 2,815 metros. Observando o espaço entre os bancos dianteiros e o traseiro, tem-se uma clara visão de como o aumento da distância entreeixos beneficiou quem viaja atrás. A nova plataforma do C5 é semelhante à do C6, inclusive na configuração das suspensões, com duplo triângulo na dianteira e multilink na traseira. Na versão brasileira, o C5 terá a tradicional suspensão com elementos elásticos feitos por bolsões hidráulicos eletronicamente comandados: o sistema Hydractive está em sua terceira geração, que garante de maneira mais uniforme conciliar performance e conforto. Além disso, as vantagens do sistema (levantar o carro para passar por pequenos alagamentos ou mesmo abaixar o centro de gravidade para melhorar o comportamento dinâmico quando em altas velocidades) continuam nessa nova versão.
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