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Novidades para uma "grand" família Scénic e Picasso, agora em versões com sete lugares, retomam uma velha briga e chegam antes das peruas que vão invadir o mercado este ano
TEXTO Rafael A. Freire ILUSTRAÇÃO Fernando Siniscalch
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1. CITROËN GRAND C4 PICASSO A PARTIR DE R$ 89.990
2. RENAULT GRAND SCÉNIC A PARTIR DE R$ 87.990 |
Na MOTOR SHOW de dezembro passado, mostramos como este ano as peruas vão voltar ao mercado nacional, com novidades como VW Variant,nova PalioWeekend e nova Fielder, entre outras. Mas isso não quer dizer que o segmento de monovolumes vá acabar: eles ainda agradam pelo amplo espaço interno e pela modularidade.
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| No Picasso, bandejas para quem vai na segunda fileira. Mas, na versão que será vendida aqui, o DVD não vem como item de série |
A reação das minivans começa antes mesmo de as peruas chegarem, e quem tem família grande ganha mais opções de compra. As novidades vão desde os monovolumes pequenos, como o novo Honda Fit, até os maiores e mais caros, como as novas e grandes Chrysler Town & Country, substituta da Grand Caravan, e Dodge Journey (veja na seção MotorNews).
A primeira a chegar às lojas, agora no começo de fevereiro, foi a Renault Grand Scénic, e no começo de abril começa a ser vendida sua concorrente direta, a Citroën Grand C4 Picasso, que avaliamos no fim de 2006, mas a marca só conseguiu importar agora.
Na verdade, as duas reeditam uma velha briga: em 1999/2000, as duas marcas francesas brigavam com Xsara Picasso e Mégane Scénic, que apresentaram aos brasileiros os monovolumes do tipo e causaram uma “febre das minivans”, como também são conhecidas. A dupla promete causar dor de cabeça na GM, que até hoje vendia a Zafira na versão com sete lugares sem concorrentes diretos. Agora, as novatas chegam com a terceira fileira de bancos e preço competitivo com os cerca de R$ 85 mil da Zafira “top” (trazer a nova geração da Zafira, como está sendo estudado, ajudaria bastante a GM).

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| O Citroën tem mais porta-objetos, espelho para vigiar as crianças e ar-condicionado automático (acima). O câmbio fica na coluna de direção, com opção seqüêncial, e os bancos têm regulagem elétrica (à direita). O teto panorâmico é opcional, e a tela de LCD não será oferecida aqui |
E as duas novidades têm muito em comum: preço inicial na casa dos R$ 90 mil, motores a gasolina 2.0 com 16V, potência e desempenho quase idênticos, desenhos ousados, espaço semelhante, painel digital central, transmissões automáticas de quatro marchas com opção de trocas seqüenciais, sensores de chuva, escuridão e estacionamento (dianteiros e traseiros) e freio de mão automático (quando a alavanca de câmbio é colocada em “P” ele é ativado automaticamente, e quando é colocada em “D”, e o acelerador pressionado, destrava sozinho – muito prático em carros com proposta de levar toda a família).
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