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Outubro/2007
     
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Edição 295
 
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O clássico voltou
Depois de seis anos fora do mercado brasileiro, o Jeep Wrangler volta a ser importado oficialmente

TEXTO Flávio R. Silveira
FOTOS Roberto Assunção


JEEP WRANGLER R$ 104.900

Em um mundo onde os utilitários esportivos estão cada vez mais urbanos, em que os “crossovers” como o Nissan Murano oferecem dirigibilidade e conforto de sedãs, mas com tração 4x4 para um eventual percurso em estradas de terra, os aventureiros fãs de trilhas mereciam este (re)lançamento.

Importado de 1997 a 2001, o antigo Jeep Wrangler Sport não foi um sucesso de vendas. Apenas 600 unidades foram comercializadas na época, uma média de 12 carros/mês. O que não significa que ele fosse ruim, mas era (como ainda é) um carro de nicho: para trilheiros, amantes da marca Jeep e dos jipes clássicos.

E muita coisa nele, além de sua capacidade offroad, é feita para agradar esses compradores. As dobradiças das portas expostas e as cintas que as seguram quando abertas, as travas do capô, os faróis redondos e a grade dianteira, por exemplo, são parte do DNA do carro. Não podem ser mexidos ou redesenhados, sob risco de reclamações.

*dados estimados
O Wrangler conta agora com vidros e travas elétricas, airbag e controle de estabilidade. Mas ainda falta o ajuste dos retrovisores externos. Seu porta-malas acomoda apenas 50 litros de carga ou 173 litros, com a remoção dos bancos

Mas isso não significa que ele não possa melhorar. Na verdade, este jipe vem evoluindo desde 1941, nos tempos da Segunda Guerra, quando se chamava Willys MB (depois Ford-Willys) e era de uso militar. Depois da guerra, as versões civis começaram a ser vendidas e, mais tarde, a marca Jeep seguiu vendendo o carro.

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