CAPA
- Volkswagen EOS 2.0 FSI
Está chegando!
O novo Volkswagen Eos tem (um justo) nome de deusa grega.
O lindo cupê-conversível, lançado na Europa,
desembarca por aqui agora no segundo semestre
Texto flavio r. silveira
Fotos divulgação
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| O show da transformação
do Eos em conversível não dura mais do que
25 segundos. De qualquer maneira, o espetáculo
continua depois, com a capota abaixada. |
Em apenas 25 segundos, o Eos completasua coreografia. De
um cupê de quatro lugares com teto panorâmico
de vidro, ele se transforma em um conversível espaçoso
e confortável. O nome da engenhoca é CSC (“covertible,
sliding and coupe roof”). Ou, em bom português:
teto de cupê conversível e deslizante.
E é justamente este teto solar de vidro e aço,
formado por cinco peças e desenvolvido em conjunto
com a alemã Webasto, a arma mais exclusiva para enfrentar
a concorrência. Quando fechado, ele determina um belo
cupê, formando um arco entre o pára-brisas e
a traseira. Para garantir a harmonia das linhas, até
a antena fica escondida na tampa do porta-malas. Na posição
intermediária, a peça de vidro faz a luz entrar
e, totalmente aberto, ele vira um conversível.
Com este lançamento, a VW pretende posicionar o Eos
acima do Golf Cabriolet, tanto em preço quanto em design.
A versão básica 1.6 já sai de fábrica
com uma boa lista de equipamentos de série: ESP (controle
de tração), ar-condicionado semi-automático,
airbags para passageiro e motorista, rodas de 16 polegadas...
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| Em seu interior, o Eos
desfruta das mesmas qualidades do Passat. Ao lado, o apertado
porta-malas e o provável propulsor escolhido para
o Brasil (2.0 FSI). Seus números de desempenho
satisfazem: velocidade de 210 km/h. |
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Para garantir um produto de alta qualidade, com adjetivos
para disputar espaço entre Audi A4 Cabriolet, Volvo
C70 e Peugeot 307cc e 407cc (em suas diferentes versões),
a Volkswagen caprichou no desenvolvimento do Eos. Foram mais
de um milhão de quilômetros rodados com 20 protótipos,
que circularam por regiões tanto de frio polar quanto
de calor equatorial.
A dirigibilidade é garantida pelosistema de suspensões
misto. Na traseira, o multilink do Passat e, na dianteira,
o sistema McPherson do Golf. O câmbio é de seis
marchas em todas as versões, com a opção
do sistema DSG, que permite a troca sequêncial de marchas
para garantir mais desempenho.
Além do motor a diesel de 140 cv, que será oferecido
na Europa, e do 1.6, o novo Volkswagen tem mais três
opções de propulsor a gasolina: 2.0 com 150
cv (zero a 100 km/h em 9s8 e 210 km/h) ou 2.0 Turbo com 200
cv (7s8 e 232 km/h) – todos com sistema de injeção
direta de combustível. Há ainda outra opção
mais apimentada, dona de uma unidade V6 3,2 litros de 250
cavalos (7s3 e 247 km/h). Mas nem todas as opções
devem ser vendidas aqui, pelo menos a princípio. O
mais provável é que a VW traga a versão
2.0 FSI de 150 cv, o mesmo já usado no Passat vendido
por aqui, uma vez que conta com a infraestrutura de manutenção
e estoque de peças já consolidada em nossas
revendas. Quanto ao preço, espera-se que chegue em
torno dos R$ 180 mil. Nos EUA, o 2.0 turbo custará
US$ 27.900. Bom, em se tratando de um exclusivo coupé/conversível.
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FICHA TÉCNICA |
Volkswagen
Eos 2.0 FSI |
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Motor |
4
cil, 2.01, 16V, aspirado |
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Transmissão |
câmbio
man, 6m, tr dianteira |
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Dimensões (m) |
comp/larg/alt:
4,41/1,79/1,44 |
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Peso |
1.469
kg |
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Porta-Malas |
205
a 380 litros |
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Combustível |
gasolina |
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Potência |
150
cv a 6.000 rpm |
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Torque |
20,4
kgfm a 3.500 rpm |
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Vel. Máxima |
210
km/h |
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0 a 100 (km/h) |
9s8
segundos |
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Consumo Médio (km/l) |
12,2
cidade/estrada |
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Preço Estimado |
R$
180.000 |
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